Vista https://revistavista.pt/index.php/vista <p>A <em>Vista</em> (e-ISSN 2184-1284) é uma revista científica de Cultura Visual e Artes Digitais, tendo por diretor um membro integrado do <a href="http://www.cecs.uminho.pt/">Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade</a> (CECS) e como diretor adjunto um membro pelo<a href="https://www.sopcom.pt/gt/15"> Grupo de Trabalho de Grupo de Trabalho de Cultura Visual</a> da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom). Publicada desde 2017, esta revista tem um rigoroso sistema de arbitragem científica (revisão duplamente cega por dois revisores). A revista segue a modalidade de publicação contínua, sendo publicada em Português e em Inglês. A revista foi criada em 2015 pelo Grupo de Trabalho de Cultura Visual da Sopcom e, no segundo semestre de 2020, passou a ser editada pelo CECS, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. O conselho editorial da <em>Vista</em> integra reputados especialistas da Cultura Visual e Artes Digitais de diversos pontos do mundo.</p> <p>A <em>Vista</em> é financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), sendo parte do Projeto Plurianual do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade 2020-2023.</p> pt-PT <p>Os autores, individuais ou colectivos, dos artigos publicados transferem para a <em>Vista </em>o exclusivo do direito de publicação sob qualquer forma.</p> vista@ics.uminho.pt (Vista) vista@ics.uminho.pt (Vista) Fri, 29 Jan 2021 00:00:00 +0000 OJS 3.2.1.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Coproduções lusófonas https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3443 <p>Neste artigo faremos uma análise breve das cinematografias moçambicana e portuguesa e das dinâmicas de coprodução entre estes países, explorando, em particular, os filmes financiados pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).</p> Isabel Macedo Direitos de Autor (c) https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3443 Fotografias de uma anomalia. https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3404 <p>No início de setembro de 1948, a Missão Antropológica de Moçambique (MAM) esteve em António Enes (atual Angoche). Nessa localidade, o chefe da MAM, o doutor Joaquim Rodrigues dos Santos Júnior, foi informado sobre a anomalia de um jovem. O interesse de Santos Júnior pelo caso do pequenino Atomane se inscreve numa “teratologia colonial” que deu azo para uma espetacularização científica dos corpos dos “indígenas”. A anomalia de Atomane é apenas uma de várias outras registadas durante as campanhas das missões antropológicas à Guiné, Angola, São Tomé e Príncipe, Moçambique e ao Timor, realizadas entre 1936 e 1959. As fotografias do pequeno Atomane e outros documentos do espólio da MAM formam o corpus documental para a análise dos limites da “comunicação intercultural” em contexto colonial. A partir de novos aportes em cultura visual, faz-se uma leitura crítica de fotografias do arquivo colonial da MAM.</p> Silvio Marcus de Correa Direitos de Autor (c) https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3404 Art and its relationship with technology https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3398 <p>O presente trabalho irá debruçar-se em questões específicas do uso do computador no campo da arte além de historicizar a relação da arte com a tecnologia, refletindo especificamente processos artísticos pensados para a Realidade Virtual, como os trabalhos <em>Rising</em>, de Marina Abramovic, <em>Rainbow</em>, de Olafur Eliasson e <em>Phryne</em>, de Jeff Koons.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> arte, tecnologia, realidade virtual</p> Michelle Sales Direitos de Autor (c) https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3398 Capítulos fotográficos do centro da Fortaleza transitória https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3389 <p>O Centro é parte de Fortaleza e, componente de uma metrópole, está atravessada por distintos projetos de futuros: de um lado, o destino inventado que conforma cartão postal para inserir a capital cearense na disputa mundial do mercado do turismo; do outro, o desejo de seguir partilhando vivências cotidianas características dos usos e ocupações pela população que ali habita. Entendendo o lugar da produção imagética na construção de imaginários e de memória social partilhada na compreensão sobre os rumos de um espaço público, este trabalho se pauta em ação de campo orientada em vínculos de proximidade (MAGNANI, 2008; 2002) a fim tomar notas e constituir inscrições fotográficas para, partindo destes na luz dos ensinamentos de Martins (2016), compor poéticas visuais sobre o espaço em disputa.</p> Daniel Macêdo Direitos de Autor (c) https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3389 Ecrãnologia: a dimensão visual da experiência https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3361 <p>A nossa existência social está cada vez mais contaminada pelas relações com as imagens e pela presença do ecrã. Da perspetiva da compreensão do espírito dos tempos, podemos, portanto, destacar a construção de uma visão do mundo expressa por imagens e ecrãs que formam uma dimensão particular da experiência. Como é que as imagens e ecrãs estruturam então o nosso imaginário social? Quais são as formas das experiências da vida quotidiana? Estas perguntas levam-nos a refletir sobre uma existência em que o ver se torna uma ação central do mundo social atual através da perspetiva da screenologia como efeito e condição de um ambiente tecnológico e mediático em que os ecrãs devem ser pensados como superfícies habitadas. </p> Fabio La Rocca Direitos de Autor (c) 2021 Vista https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://revistavista.pt/index.php/vista/article/view/3361 Wed, 02 Jun 2021 00:00:00 +0000