Nota Introdutória: Constelações do Sensível, Aiesthesis e Fricções Culturais

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https://doi.org/10.21814/vista.7506

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Biografias do Autor

  • Patricia Posch, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal/Grupo de Pesquisa Arte, Cultura e Poder, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

    Patricia Posch é doutora em Estudos Culturais. É investigadora colaboradora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho, e membro do Grupo de Investigação Arte, Cultura e Poder (Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais/Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Tem desenvolvido investigação interdisciplinar nas áreas dos estudos culturais e da comunicação, articulando temas como identidades, memória social, média, migrações, representações culturais e imaginários sociais. Participa em projetos de investigação nacionais e internacionais dedicados ao estudo das dinâmicas culturais contemporâneas, dos ativismos mediáticos e das transformações sociais. Paralelamente à atividade académica, possui experiência profissional nas áreas do marketing, da comunicação estratégica e da inovação. Dedica-se a projetos que incluem a análise de tendências e a reflexão sobre futuros possíveis, explorando o papel da cultura, da comunicação e das narrativas na compreensão e construção da mudança social.

  • Alessandra Simões Paiva, Universidade Federal do Sul da Bahia, Itabuna, Brasil/Associação Brasileira de Críticos de Arte, Rio de Janeiro, Brasil

    Alessandra Simões Paiva é professora, crítica de arte e pesquisadora com destacada atuação nos campos da cultura, arte e educação, reconhecida nacional e internacionalmente por suas contribuições ao estudo das relações entre decolonialidade e artes. É professora adjunta na Universidade Federal do Sul da Bahia, foi eleita presidenta da Associação Brasileira de Críticos de Arte para o triênio 2025–2027, um marco que reflete seu compromisso com a promoção da inclusão e da pluralidade no campo das artes visuais no Brasil. Nos últimos anos, tem direcionado suas pesquisas ao fenômeno que denominou como a “virada decolonial” nas artes brasileiras, movimento que tem dado visibilidade e protagonismo a pessoas negras, indígenas e dissidentes de gênero, que reivindicam seu lugar de representatividade no circuito artístico em oposição ao apagamento histórico que lhes foi imposto.

  • Rosa Cabecinhas, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, Braga, Portugal

    Rosa Cabecinhas é licenciada em Psicologia, mestre em Psicologia Social, doutorada e agregada em Ciências da Comunicação. É docente do Departamento de Ciências da Comunicação e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade no Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho, onde dirigiu o doutoramento em Estudos Culturais e o mestrado em Ciências da Comunicação. Foi professora visitante em várias universidades na Europa, África, Américas, Ásia e Oceânia. Tem desenvolvido investigação de natureza interdisciplinar, articulando as áreas da comunicação intercultural, média, memória social, migrações e diversidade. Tem coordenado diversos projetos de investigação, com equipas interdisciplinares. Atualmente coordena o grupo de Comunicação no consórcio de investigação europeu CONCILIARE - Confidently Changing Colonial Heritage (Horizonte Europa). Entre as suas obras destaca-se Preto e Branco: A Naturalização da Discriminação Racial (2017, 2.ª edição), Comunicação Intercultural: Perspectivas, Dilemas e Desafios (com Luís Cunha, 2017, 2.ª edição) e Living Memories & Media (Memória Viva & Media; com Isabel Macedo e Luiza Lins, 2026, 1.ª edição).

Referências

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

Nota Introdutória: Constelações do Sensível, Aiesthesis e Fricções Culturais. (2026). Vista, 17, e026009. https://doi.org/10.21814/vista.7506

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